





Depois de muita polêmica envolvendo a "paradinha" nas cobranças de pênalti, principalmente no Brasil, o International Board, órgão que regulamenta as regras do futebol mundial, aprovou nesta terça-feira uma emenda na interpretação do artigo 14 de seu regulamento. A "paradinha", truque de enganar o goleiro na hora de cobrar o pênalti, será proibida a partir da Copa do Mundo da África do Sul.
Segundo o texto, "ameaçar antes da cobrança de uma penalidade máxima para confundir o rival está permitido durante a corrida". Mas o jogador que fingir chutar após chegar à bola será punido por comportamento antidesportivo.
Má notícia, por exemplo, para Neymar, um dos maiores adeptos da 'paradinha'. Em clássico contra o São Paulo pela primeira fase do Paulistão deste ano, o atacante foi muito criticado por Rogério Ceni após utilizar o recurso - o goleiro ironizou a 'paradona'.
Além disso, a International Board propôs, após reunião especial com o presidente da Fifa Joseph Blatter, que as federações e confederações associadas possam fazer testes com árbitros auxiliares de área em partidas durante dois anos. Isto já ocorreu no Campeonato Carioca e na Liga Europa desta temporada. Os juízes ficavam atrás da linha de fundo, checando jogadas mais difíceis e polêmicas.
As duas decisões entrarão em vigor a partir do dia 1º de junho e vale para o futebol em todo planeta, inclusive para os campeonatos no Brasil.

projeto de lei da “ficha limpa”, que proíbe a candidatura de condenados por decisão colegiada da Justiça, deve ser votado na próxima quarta-feira (19) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última terça (11).
O relator do projeto na CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO) já anunciou que não pretende propor alterações ao texto da Câmara. Se aprovado pela comissão, o projeto segue para votação no plenário do Senado. Nesta sexta (14), o senador Pedro Simon (PMDB-RS) afirmou, em discurso, que vai entrar com pedido de urgência para acelerar a tramitação da proposta em plenário. No entanto, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-R), afirmou que a prioridade é votar os projetos do pré-sal. “Nós não vamos votar sob pressão. Vou votar a favor, mas podemos ter de emendar”, afirmou.
Fonte Globo.com






