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16 de setembro de 2011

Faltam mil dias para a Copa do Mundo

Faltam mil dias para a Copa do Mundo de 2014 em território nacional.
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De fato, o que preocupa não é o fato de as obras estarem atrasadas ou as que não serão executadas por falta de planejamento do governo federal.

Tudo indica que o grande agravante mais uma vez será o fato de as obras estarem superfaturadas, da mesma forma que foram as obras dos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro.Tudo está muito obscuro. Não se sabe ao certo se os recursos públicos foram emprestados ou doados para a execução de obras de estádios que, possivelmente, após o evento, se transformem em "elefantes brancos” diante do alto custo para serem mantidos.Em Manaus, por exemplo, um estádio gigante para 50 mil pessoas irá receber três ou quatro jogos apenas. Depois, abrigará jogos para um público de no máximo cinco mil pessoas, salvo se houver políticas de incentivos para o futebol local.De acordo com especialistas, a Copa do Mundo tupiniquim deve custar a bagatela de 50 bilhões, sendo a copa mais cara de toda a história da humanidade. Para se ter uma idéia, este valor equivale aos custos das três últimas copas juntas (Alemanha, Japão-Coréia e África do Sul).A transparência prometida pelo governo federal não é uma prioridade. A FIFA e a CBF também não são grandes exemplos quando o assunto é ética e transparência em negócios.Enquanto o país carece de Educação e Saúde de boa qualidade, o governo estuda criar novos impostos, um verdadeiro desaforo diante dos custos exorbitantes de um campeonato de futebol de duração pífia. A verdade é que logo a alegria da copa acaba dando lugar à dura realidade do brasileiro.Diante do exposto, é fácil deduzir que a Copa do Mundo no Brasil só será boa para um pequeno grupo de interessados na economia que o evento deve gerar.No mais, receitas geradas pelo turismo não devem trazer grandes receitas ou lucros para a União que, dificilmente, terá de volta aos cofres públicos o dinheiro que emprestou aos organizadores particulares do evento.Agora, o governo federal terá mil dias para provar que investir na Copa do Mundo é mais importante do que investir na Educação e na Saúde do país.

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